art

Simple – Simples

20131110-211459.jpgYou can see/buy this painting at MIDAN, Vicq, France.

“We have art not to die of the truth. ” (Friedrich Nietzsche)

“Temos a arte, para não morrermos da verdade.” (Friedrich Nietzsche)

“Nous avons l’art pour ne pas mourir de la vérité.” (Friedrich Nietzsche)

“Vi har kunst for at ikke dø af sandheden.” (Friedrich Nietzsche)

Tempestade

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Fortes ventos devastam nossas sólidas construções de vida.
Brandos ventos gastam a superfície das coisas
E expõem a alma do que é.
O vento balança as cortinas
Carrega as nuvens, pesadas
Na leveza do céu e do voil/voal
Chuva
A Água que flui
Cai
Corre
Arrasta tudo consigo com fúria e impiedade
Mas também dança, graciosa, sorrateira
Delicada e resiliente pelo percurso.
Gotas de beleza
Que lavam a alma
E choram
(In)Tempestivas
As líqui-feitas
Trans-bordadas
Emoções.

Mystery

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There is an absence
and a presence
And a mystery
Pictures of a long gone
and yet so present past.
Happy times
Moments of joy
Neat and cousy
Quietness.
There is a letter
A coffee
A treat
A lovely setting
Waiting for you?
Waiting for whom?
Eat and rest?
Up or down the stairs?
Candle and day light?
Who is it, on the arms of the girl, under the tree, on the wall?
Everything is a cheerfull mystery
An invitation for curiosity
Eye, mind and heart are called in
To run around the scene
and wonder
Discover
Imagine
play!

Between Stories and Stars / Entre estórias e estrelas

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As vezes acho que meu principe encantado passou, me chamou e eu estava dormindo.
Tudo bem… A fila anda!

Sometimes I think my prince charming passed by, called me and I was asleep.
It’s all right… Next!

😉

Portas – Doors – Portes – Døre – Porte

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Por cada porta em que passo, aprendo.
Cada chave achada ou perdida
Cada degrau
Cada dia
Todas as entradas
Todas as saídas,
Adicionam
Mostram
Ensinam.

Para cada tirano do caminho
Um anjo
Para cada palavra rude
Um por do sol inesquecível
Para cada lágrima
Um abraço
Para cada porta
Uma chave.

Inveja, grosseria, maldade
Tudo se apaga,
Se esquece
Enfraquece
com amor.

Tive minha cota de ambos
Mas decidi
Dar atenção
E manter na memória
E no peito
Só o que me faz bem,
Quem me faz bem.

Viver é uma caminhada solitária.
É preciso atravessar muitas portas
Descobrir e entender o percurso
Transpassar o tempo
Decidir delicadamente
E carregar só o essencial.

Algumas portas se fecham
Outras ficam para sempre abertas
Generosamente escancaradas.
Permitem a passagem do ar
O fluxo das memórias
O acesso a verdade
A entrada solene
da luz.

Luciana Mariano