Find yourself

pra vocês

Many times, even in front of the mirror, we don´t see ourselves.

You are there. You can look at yourself ..but you don´t really see who´s there…

Find your inner child in here. I´m sure you can – if you only try!

 

In this painting, if you

friends and cats

pri´s picture

Friends are the kind of family you can choose. Friends: I want them all.

Cats are classy, independant, self-aware, beautiful. Cats: I want to be like them.

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This painting was made while visiting my dear friend Priscila and her husband Tom in Rochester, NY. Snoo and Baby Kitty are their cats/babies…

Aren´t they cute?

mother´s day

lençóis

Sometimes i feel like someone eternally waiting

for the letter that may never arrive

the love that will never come

the happyness that will never be

But then I feel the wind on my skin

the green fields from a distance

and the surprising colors, all over, everyday

and then I know: everything is,  indeed,  possible.

what should I say…

lenco-atras

have you ever done something you didn´t want to?

frustrated expectations are the source of all the pain

I wish I could sleep and dream of children playing

bright stars on a blue, clear sky

houses, mountains, laughter, happyness and love…

Are we all asking for the impossible? I hope not.

Naive – Naïve – Naïf

gentlemen-40x501

The room is empty. Is he coming back? Can I jump with no major damage to the furniture?

The expectations are immense…

will I be able to make a statement?

I need to paint to survive. I´m struggling. Is there anyone out there?

Is the room empty?

Mulheres possíveis

o_quarto_rosa

“Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com eles, estudo com eles, telefono para minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda faço escova toda semana – e as unhas! E, entre uma coisa e outra, leio livros.

Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic. Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres. Primeiro: a dizer NÃO. Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás. Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero. Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros. Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho. Você não é Nossa Senhora. Você é, humildemente, uma mulher. E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo. Tempo para fazer nada. Tempo para fazer tudo. Tempo para dançar sozinha na sala. Tempo para bisbilhotar uma loja de discos. Tempo para sumir dois dias com seu amor. Três dias. Cinco dias! Tempo para uma massagem. Tempo para ver a novela. Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza. Tempo para fazer um trabalho voluntário. Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto. Tempo para conhecer outras pessoas. Voltar a estudar. Para engravidar. Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado. Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.. Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal. Existir, a que será que se destina? Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra. A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem. Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si. Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo! Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente. Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela. Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C. Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores. E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante”.

Martha Medeiros – Jornalista e escritora

Naïf Painting… naïf feelings.

gamesHave you ever felt like this?

Life is like playing a game

Sometimes you run

you seek

you hide

you catch

you feel blinded

and vulnerable…

[…]

other times you just enjoy the movement, the sensations and the colors. 

Life is a great game, after all.

some days…

tugofwar1

who are we playing against?

in wich side are you on?

who are the ones hiding?

what are they hiding from?

is whatching  also playing?

on the wall: deciding, resting or watching?

do they want you around or do you feel excluded?

somedays, playing is also hard.