FREEDOM

Life happens

Busy years II

When did you last feel overwhelmed? Exhausted? Pretending to be ok? Incapable? Anxious…
Corona times brought new worries and challenges, but also amplified old skeletons from everyone’s closets. Society is always kept in high demands and fears, because that way we are also kept obedient and controllable. The ever growing need of things is an illusion and we feel like we have to be, perform and deliver appearances and behaviours that are as unnatural to us as being super heroes or machines.
We are demanded and we demand. We are our own self inflicted tyrants and victims. We accept the roles that were imposed to us, rather than deliberately choosing them. We teach our children the loneliness we feel because we care too much about pleasing everyone else, meeting deadlines, complying to “normal”.
We get entangled and trapped into our on creations, instead of flowing through it.
We stop creating and thriving and start struggling and surviving.
May the end of the year be the end of everything for a while. May the illusion of time play on our behalf and allow us to rest and dream again. May we find and do things that bring us joy and allows us to feel whole. Let 2021 die in peace so we can embrace the new set of 325 new days to be kinder to our selves, others, the planet, life.
There is undoubtledly beauty in chaos, but we must find our peace in it, despite it.
As Frida Kahlo said: “Donde no puedas amar, no te demores.”

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Quando você se sentiu oprimido pela última vez? Exausto? Fingindo estar bem? Incapaz? Ansioso…
Os tempos de Corona trouxeram novas preocupações e desafios, mas também ampliaram os esqueletos antigos dos armários de todos. A sociedade é sempre mantida em altas demandas e medos, porque dessa forma também somos mantidos obedientes e controláveis. A necessidade cada vez maior de coisas é uma ilusão e sentimos que devemos ser, representar e entregar aparências e comportamentos que são tão antinaturais para nós quanto sermos super-heróis ou máquinas.
Somos exigidos e exigimos. Nós somos tiranos e vítimas auto-inflictos. Aceitamos os papéis que nos foram impostos, ao invés de escolhê-los. Ensinamos nossos filhos a solidão que sentimos porque nos preocupamos demais em agradar a todos, cumprir prazos, sermos “o normal”.
Ficamos emaranhados e aprisionados em nossas próprias criações, em vez de fluir através delas.
Paramos de criar e prosperar e começamos a lutar e sobreviver.
Que o fim do ano seja o fim de tudo por um tempo. Que a ilusão do tempo aja por nós e nos permita-nos descansar e sonhar novamente. Que possamos encontrar e fazer coisas que nos tragam alegria e nos permitam sentirmos-nos inteiros. Que 2021 morra em paz para que possamos abraçar os novos 325 dias e sermos mais bondosos conosco mesmos, com os outros, com o planeta, com a vida.
Sem dúvida, há beleza no caos, mas devemos encontrar nossa paz nele, apesar dele.
Como disse Frida Kahlo: “Donde no puedas amar, no te demores.”

Cages


Cages are homes, hearts, minds, routines. You may love your cage, but it is still a cage.

I am prisioner to the books I never wrote, the the music I never composed, to the love I didn’t give.

Life is a sentence.

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Cages/Gaiolas – 2017 – 30×40 – Luciana Mariano (direitos reservados)

DISPONÍVEL / AVAILABLE

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Tenho sonhado muito nos últimos dias. Uma sonharada que por vezes lembro, outras não, que às vezes fazem sentido, outras me põem ainda mais ansiosa, confusa. Se sonhos são projeções do inconsciente, minha alma está povoada pelo tumulto, pela agitação, multidões barulhentas de quadros ainda não concebidos. Muito movimento, muitas histórias e sentimentos que me fazem acordar cansada – como se a vida diária, acordada, já não se encarregasse disso.

Vivo a síndrome do estrangeiro, aquele que não pertence em lugar nenhum e especialmente aqui sei que não me encaixo. Me falta algo que vai além do que sei descrever, uma sensação de desconforto que me roça a pele, incomoda e sufoca como espartilho sobre a roupa e sapato de tiras, de salto, apertados.

Tenho conseguido meditar um pouco, o que que ajuda a recobrar a sanidade. Aquela paz de quem observa à distância, que vê o torto mas não se curva para segui-lo. Aquela aceitação da impotência, misturada com a tranquilidade de quem já entendeu que às vezes só o tempo mata ou cura. Ele, o tempo, não falha nunca, quem falha é a vida, efêmera, fragilzinha, mecânica, utópica. A cabeça trabalha o tempo todo, mesmo quando tenta, se esforça deliberadamente para não fazê-lo. Ela avalia tiranos, examina possibilidades e, sempre que possível, acordada ou dormindo, sonha.

Hoje meu sonho me estapeou pra fora da cama, acordei com a frase: “É o que é.”

Aceitação? Nem sei… Não costumava ser dessas.

Mas é. É o que é.

Um dia de cada vez.

Vou fazer o que sei, preciso e posso. Vou pintar. E assim sou feliz, leve, livre.

Quando não pinto por algum tempo, os quadros borbulham dentro de mim, como essa enxurrada de sonhos descontrolados, querem sair. Metáfora perfeita para eu, que quero sair. É o que é. Vou pintar.

Sobreviver é urgente quando se trata de viver de arte.

Para viver entre saudade e sonho, prefiro pintar: a única e secreta, pessoal e intransferível forma de enganar o impiedoso tempo.

É o que é.

Que bom, melhor assim.

As coristas / Showgirls



Our mission in life is to be happy.

It might be wrong in the eyes of those who prefer to live in compliance with the system.

It might seem foolish in the eyes of those who are not able to dare being/doing differently from everybody else.

The world need more dancers, painters, dreamers.

And also, a lot more respect for the artists and the arts.

About windows and chairs

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Inquietação e paz
Cadeiras e janelas
Cortinas e chaminés
Noite, lua, estrelas
Coleção de pingüins.

A liberdade permite pintar (e viver) o que eu bem quiser.
A vida é cheia de escolhas.
Não há certo ou errado, há possibilidades.
E a pintura é o extremo da liberdade.
E isso é sempre, sempre bom!

Dreaming

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Do not take for granted
My hability to dream
Reality has been around for quite a while
And it drove me close to extintion.
Somehow, I manage to keep myself alive
I dance among insanity, hope and faith
But i still allow myself to dreaming
It’s like the ultimate resource
As an intentional way for survival
It’s my self inducted vortex to freedom.

Valentine´s day

It´s funny to see how love works.

Flowers, chocolate, candle lit dinner, passion…

That´s indeed how I believe it should be. However, people can use any excuse to ´cheat´ (also) this date an not make something special out of it…

Lovers: do not take a NO for an answer! Stand up for your right to love and be loved in a very romantic way! Enough with the half-way-lazy-ass-excuses for  not doing or recieving a day (or night) to remember.

Exagerate! Make a love statement! Be ridiculously in love for once, for God´s sake! There´s nothing more adorable than being in love! There´s nothing better than this generous feeling of abundance that love, passion and romance can be!

Lovers: go crazy!

Enough with lazyness and boredom. Enough with being cheap and uncreative. Enough of taking for granted this amazing opportunity do make (and above all: to BE) special, happy and LOVED!

Happy Valentine´s Day everyone… It was about time.

farvel 24. september

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Til dig: I dag skulle vi fejre vores 18. bryllupsdag. Den sang har du spillet for mig en dag… http://www.youtube.com/watch?v=xsBe1B8jvSY Nu giver jeg tilbage til dig, jeg har ikke brug for den laengere. Vores historie afslutter idag i mit hjerte. Jeg er glad at vaere fri, endelig. Jeg oensker dig et godt liv. Mit starter nu. Farvel, Mig.

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ATOS DE LIBERTAÇÃO/LIBERATION ACTS:

AL-1: Você está sozinha agora: vai ser feliz!

LA-1: You are now on your own: go and be merry!