São Paulo

Existe amor em São Paulo

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São Paulo é um universo.
Acha-se de tudo aqui. Uma Torre de Babel.
Da nata do melhor a escória do pior, todas as polaridades.
Todos os sentimentos, todas as tribos, todas as raças.
O bem e o mal nos extremos que podem se apresentar.
Escândalo e delicadeza.
Dureza e ingenuidade.
Misturas.

Olho São Paulo como alguém que se olha no espelho.
Sou cruel e compassiva, como a cidade é.

Tenho vergonha de muita coisa que não concordo, mas minha maior vegonha é de gente que discrimina. Gente que senta no pedestal e aponta, critica, julga, discrimina.
Gente que se acha melhor do que as outras
seja porque o outro é
Pobre
Negro
Mulher
Gay
Dificiente
Ou simplesmente porque PENSA diferente.

Me entristece a arrogância.
Me dá vergonha.
Vergonha de gente que não entende que a diversidade é o que faz do mundo um lugar rico.
Rica é a diversidade. E ela dá a chance para todos exercitarem o olhar para o novo.

O novo é uma oportunidade
para crescer, expandir pessoal, social, emocionalmente.
Preconceito é uma merda.
E revela o pior do ser humano.

Tem muita merda no mundo.
Mas insisto em acreditar que (também)
existe Amor Em São Paulo.

Let’s dance!

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Título: “O BAILINHO”
Ano: 2013
Tamanho: 30×40 cm
Técnica: Óleo sobre tela
Valor: R$ 600,00

Title: “THE PARTY”
Year: 2013
Size: 30×40 cm
Type: Acrylics on canvas
Price: U$ 300. / € 200,-

“Você tem que cantar como se não precisasse de dinheiro, amar como se você nunca fosse se ferir. Você tem que dançar como se ninguém estivesse olhando. Isso tem que vir do coração, se você quer que dê certo.” – Susannah Clark

“You’ve got to sing like you don’t need the money, love like you’ll never get hurt. You’ve got to dance like no one is watching. It’s gotta come from the heart, if you want it to work.” – Susannah Clark

Rua do Comércio

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Artistas em geral são criaturas sonhadoras, sensíveis, estranhas, sofrem por qualquer coisa, tudo vira cor, tinta, drama, musica ou movimento em seus olhos. Ser artista não é fácil. Escolher entre ter e ser, na maioria das vezes não é opção, mas chamado de alma. Foi assim que depois de muitos anos tentando ser “normal” eu abandonei tudo, para tentar ser eu. Até agora tem dado certo, apesar das adversidades, ainda vale mais a pena se priorizar do que tentar agradar ao mundo. Não é fácil viver de arte, mas pintar todos os dias alimenta muito mais do que o corpo, motiva a continuar tentando, me ajuda a seguir sonhando, me enche de vontade de amanhecer mais dias e dormir mais noites.

O estilo que pinto é chamado NAÏF (ingênuo, espontâneo, primitivista). Isso quer dizer que não “aprendi” a pintar, mas que pinto desde sempre, com o olhar da criança em mim, despreocupada com parâmetros técnicos e estéticos, um exercício instintivo de cor e forma. O pintor naïf é necessariamente auto-didata, ele ilustra as fantasias, figuras do seu imaginário, bem como as lembranças de infância, personagens e momentos de sua história. Eu, paulistana da gema, pinto assim desde que descobri que tinha mãos e alcancei o primeiro lápis. Mas peguei a sério mesmo lá pelos 3 anos de idade. Minha mãe não vencia em comprar cadernos e mais cadernos de desenho porque minha compulsão por criar não cessava um instante sequer.

Minhas histórias e memórias retratam uma vida urbana e geralmente interna. Crianças crescidas em grandes cidades passam muitas horas dentro de casa e daí minhas pinturas refletirem tanto esse aspecto mais introjetado, mais caseiro. Cenas de avós em afazeres domésticos, crianças brincando em casa, pessoas e coisas entre muros e paredes, cenas enredadas em ambientes simples, comuns, familiares povoam meus trabalhos.

Há sempre um elemento estranho ou um detalhe inesperado, um gesto ou coisa que causam um convite a contemplação e interpretação do expectador. As vezes o expectador faz parte da obra, outras vezes, jaz em sua imaginação o desfecho de uma situação. O quadro brinca e fala sério. Mostra e esconde, sem muita pretenção, se espalha no acaso. Ele convida o expectador a olhar e depois a olhar de novo, adivinhar, solucionar.

Minha arte nasce das mãos da criança que fui, mas passam pelo crivo do adulto que sou. Nascem da memória, da imaginação, das histórias, das alegrias e também das dores. Na arte não me abstenho das emoções, estão todas lá, delicadamente escancaradas.

Meu último emprego formal foi uma de minhas inspirações pela vida. Fui Gerente de Relacionamento da Natura e o contato com dezenas e centenas de histórias pessoais me deram muita motivação e força para tentar seguir a carreira artística. Mulheres fortes, frágeis, mães, amigas, homens especiais, crianças, pessoas donas de histórias de beleza e superação povoaram meu imaginário antes de ousar sair no mundo e ser (oficialmente) artista. Há 5 anos pintando profissionalmente, meu último e-mail corporativo veio do homem que mais admiro até hoje , Sr. Luiz Seabra ( fundador da Natura), carinhosamente me incentivando a ousar, a buscar meu sonho. Nunca vou esquecer, nem deixar de agradecer pelo incentivo. Ele, mais do que ninguém, sabe que toda grande obra começa com um sonho, uma paixão. Gesto doce e nobre de incentivo, de uma humildade que só seres grandes são capazes. E ai estou… Na estrada!

Nestes últimos 5 anos, já expus meus trabalhos em 5 países. Este ano, quando a dúvida e a indecisão bateu à minha porta, mais 3 grandes convites surgiram: no segundo semestre de 2013 participarei de 3 importantes mostras internacionais na Belgica, França e Itália. De vagar e sempre as coisas vão acontecendo, as pessoas vão vendo meus trabalhos mundo afora e conhecendo um pouco mais do jeito, da vida, do cotidiano e da arte naïf paulistana, brasileira.

Assim, antes de partir, gostaria de comparilhar minha arte e meus sonhos com vocês!
Preciso vender quadros para continuar mostrando-os!
Divulgue para seus contatos, conte para aquele amigo que entende que arte é importante, que acredita no investimento, que gosta de cor!

Entre em contato se quiser adquirir uma pintura!

E visite:

Home


http://abertagaleria.blogspot.com.br/
http://www.democrart.com.br/artist/detail/artista.325/LucianaMariano/

Obrigada por acompanhar o meu trabalho e por incentivar toda e qualquer forma de arte!

Luciana Mariano

TRANSVERSAL

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Novas músicas
Novos sons
Novas artes
Novas idéias
Novos conceitos
Novos lugares
Novas pessoas
Novas risadas
Novas dores
Novos prolemas
Novas decepções
Novos amores
Novos medos
Novas dúvidas
Novas estratégias
Novas respostas
Novos caminhos
Novas cores
Novas alegrias
Novas perguntas
Novos sabores
Novas formas
Novos sentidos
Novas soluções
Novos dias
Novas palavras
Novas
Novas
Novos
Ovas,
Ovos.

São Paulo, meu amor

Presente antecipado para minha cidade querida, minha singela, mas colorida homenagem.

Te vejo assim, um emaranhado de nomes e lugares
Caos, prédios, carros, gente, lares
Aclimação, Brooklin, Caxingui,
Butantã, Saúde, Santo Amaro
Jaguaré, Pinheiros, Santana,
Itaquera, Paraíso, Moema
Bom Retiro, Luz, Jardins
Lapa, Vila Madalena, Santa Cruz
Tatuapé, Interlagos, Higienópolis
Freguesia do Ó, Penha, Morumbi
Jabaquara, São Miguel, Ipiranga
Liberdade, Bexiga, Tremembé
Barra Funda, Centro, Mandaqui
Ibirapuera, Socorro, Pari
São Paulo, tudo em ti é poesia
Poluição, frio, trânsito, correria
Apesar de tudo: amada folia!

25 de janeiro: Feliz aniversário cidade-mãe!

somewhere…

There is an imaginary world somewhere in time and space, where everything is possible.

People are happy, loved, faithful, colors are true, intentions are noble, gestures are kind.

A place where no harm can be done, no dream is impossible, no heart can be broken.

No pain, no fear, no weakness, only beauty, goodness, peace.

It´s of course only an imaginary place. But is a safe place, where good thoughts have a chance to be born.

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Quer conhecer mais do meu trabalho?

www.ardies.com

e visite a “Cow -dê Você” a minha vaquinha da Cow Parade, exposta à Rua Hastinfilo de Moura, 335, Morumbi.

“Cow-dê você?”

Ela está esperando por você na Rua Hastinfilo de Moura 335 – Portal do Morumbi.

Visite, tire uma foto e comente neste blog!

Vou adorar ter notícias de quem está curtindo a presença das vaquinhas pelas ruas de São Paulo!

Alguém já visitou? (comentem, deixe sua impressão)

Acharam algum objeto “escondido” na pintura? (qual?)

Acharam a segunda assinatura? (dica: está em uma das patas dela)

Abraços, Luciana Mariano

um livro SOBRE a morte

Um livro sobre a morte

Projeto e Concepção:

Matthew Rose
Curadoria e Organização:
Realização:
Museu Brasileiro da Escultura

4-28 de fevereiro de 2010
de terça a domingo

das 10:00 as 19:00 hrs
Av. Europa, 218 – Jd Europa
São Paulo – Brasil

http://www.umlivrosobreamorte.blogspot.com/

“Death is not the biggest fear we have; our biggest fear is taking the risk to be alive — the risk to be alive and express what we really are.”

Como nascem as vacas

The complete making of a cow.

…and it´s now showing on the streets of this huge, hectical,  crowded and yet fantastic city called São Paulo!

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Visitem a vaca: Rua Marechal Hastinfilo de Moura, 335 – Morumbi